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A ciência de ser entendida: como fazer as pessoas se sentirem ouvidas em um mundo distraído

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Num mundo repleto de notificações, curtidas, mensagens não lidas e listas intermináveis ​​de tarefas, uma coisa parece mais difícil do que nunca: ser verdadeiramente ouvido.

Todos nós já passamos por isso: você está compartilhando algo importante e a pessoa do outro lado da mesa está meio distraída com o celular ou claramente esperando a vez de falar. É desanimador. E, ironicamente, a maioria de nós provavelmente já foi essa pessoa também — presente fisicamente, mas ausente mentalmente, um sintoma do mundo distraído em que vivemos.

Mas eis a questão: ser ouvido é profundamente humano. Não se trata apenas de comunicação — trata-se de conexão. A ciência nos diz que sentir-se compreendido ativa os mesmos centros de prazer em nosso cérebro que a comida ou o dinheiro. Não é apenas agradável — é necessário.

Como podemos, então, cultivar a rara habilidade de fazer com que as pessoas se sintam ouvidas — verdadeiramente, profundamente, com a alma — em um mundo cheio de distrações?

Vejamos o que dizem as pesquisas... e o que nossos corações já sabem.

1. Diminua o ritmo: Presença é o novo superpoder

A neurociência demonstra que nossos cérebros processam até 11 milhões de informações por segundo, mas nossa mente consciente consegue lidar com apenas cerca de 40. Isso é muito ruído.

Quando você dedica atenção plena a alguém — sem fazer várias coisas ao mesmo tempo, sem dar conselhos precipitados — você oferece um momento de paz no caos de um mundo cheio de distrações. Contato visual, postura aberta e uma pausa antes de responder demonstram presença e cuidado: Estou aqui com você. Não estou tentando resolver o problema. Só quero entender.

Esse tipo de presença é sentido — e lembrado.

2. Reflita, não redirecione

Muitos de nós pensamos que ouvir é esperar a nossa vez de falar. Mas ouvir de verdade significa deixar de lado a nossa narrativa para acolher plenamente a do outro.

Os psicólogos chamam isso de "escuta ativa", mas pense nisso mais como uma forma de ecoar as emoções. Se alguém disser: " Tenho me sentido sobrecarregado(a) no trabalho", tente refletir: "Isso parece pesado — como se não houvesse espaço para respirar? ". Você não está oferecendo soluções. Você está mostrando que entende.
As pessoas não querem ser consertadas. Elas querem ser vistas.

3. Validação não é concordância

Aqui vai uma dica importante: você pode validar os sentimentos de alguém sem concordar com essa pessoa.
Dizer "Eu entendo por que você se sente assim" não significa que você concorda com a opinião dela. Significa apenas que você respeita a experiência emocional dela. E isso é muito poderoso.

Num mundo cheio de distrações, quando nos sentimos seguros o suficiente para compartilhar — sem sermos corrigidos, ignorados ou minimizados — é mais provável que nos abramos novamente. E é assim que a confiança se constrói.

4. Faça perguntas que demonstrem que você se importa

Existe uma enorme diferença entre “ Como foi seu dia? ” e “ O que te fez sorrir hoje?

Perguntas abertas e curiosas demonstram que você não está apenas cumprindo tabela — você realmente quer saber. São perguntas que convidam as pessoas a se aprofundarem, a compartilharem aspectos do seu dia a dia ou da sua essência que, de outra forma, poderiam manter ocultos.

Num mundo cheio de distrações, a curiosidade é intimidade.

Considerações finais: Ouvir é uma linguagem do amor

No fundo, ser compreendido vai além das palavras — trata-se de testemunhar o outro.
Então, da próxima vez que alguém se abrir com você — seja um estranho, um amigo ou seu filho — não se apresse em responder. Não role a tela do celular. Neste mundo cheio de distrações, simplesmente permaneça nesse espaço sagrado da escuta. Deixe essa pessoa saber: Você é importante. Estou aqui. Eu te ouço.

Porque, no fim das contas, o presente mais bonito que podemos oferecer a alguém não é conselho, perfeição ou mesmo respostas.
É presença.

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Ishani Mohanty
Ishani Mohanty
Ela é pesquisadora certificada com mestrado em Literatura Inglesa e Línguas Estrangeiras, com especialização em Literatura Americana; bem treinado, com fortes habilidades de pesquisa, tendo um domínio perfeito na escrita de anáforas nas redes sociais. Ela é uma pessoa forte, autodependente e altamente ambiciosa. Ela está ansiosa para aplicar suas habilidades e criatividade em um conteúdo envolvente.
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